Nova Apple TV: o que isso significa

Live video streaming (ou seja, a transmissão de vídeos em tempo real) é umas das coisas que mais amo na internet. E, cada vez mais, a internet é vídeo, seja ao vivo ou sob demanda.

Assunto do dia, a Apple TV é exatamente isso, vídeo via internet. Mas vou chegar nesse ponto mais adiante.

Primeiro, quero dizer que, na minha opinião, qualquer evento relacionado à tecnologia que se preze tem que oferecer live video streaming do que está rolando. Afinal, desde que tenha banda larga, não importa mais se a criatura está no Brasil, no Canadá ou no Japão.

Tá, mas voltando ao assunto do post, as novidades anunciadas nesta quarta-feira pela Apple. Ah, sim, eles fizeram a lição de casa e transmitiram ao vivo a apresentação do Steve Jobs pela web. Perdeu? Dá para ver o vídeo sob demanda, aqui (em inglês).

Jobs citou muitos gigantes números de downloads na iTunes Store. Claro, impressiona: 11,7 bilhões de músicas, 100 milhões de filmes. Mesmo com os torrents por aí, as pessoas estão dispostas a pagar por conteúdo.

Na App Store (loja de aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad), são feitos 200 downloads a cada SEGUNDO. Como usuária de iPhone e iPad, esse número não deveria me surpreender. Há 250 mil aplicativos disponíveis na App Store, sendo 25 mil feitos especialmente para iPad.

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Em tópicos, meu resumão/seleção do que o Steve Jobs anunciou hoje.

iPods

O iTouch (que é como um iPhone sem telefone) agora tem câmera dianteira, com o FaceTime, que permite fazer videochamadas via Wi-Fi. Também houve melhorias no Shuffle (2 GB, 49 dólares, 229 reais no Brasil – ahã, essa conta não fecha, né?). Na linha iPod, o mais bacana foi a transformação no Nano, que encolheu e virou touch (imagem abaixo). Achei caro, porém. Sai por 149 dólares a versão de 8 giga.

Sistema operacional para dispositivos móveis, o iOS

A atualização do sistema operacional do iPhone e iTouch estará disponível para download na semana que vem. Corrige bugs, traz o Game Center e outras melhorias.

Bem, a Apple aposta cada vez mais nesses dispositivos como plataformas de jogos. Não qualquer joguinho, mas atraindo também games que esbanjam gráficos e tudo mais. Para a atualização do sistema operacional do iPad, teremos que esperar até novembro.

Ah, outro número de impacto: são ativados 230 mil novos disponíveis com iOS (ou seja, iTouch, iPhone ou iPad) por dia. Segundo a Apple, foram vendidos mais de 120 milhões de equipamentos com esse sistema operacional.

iTunes

A Apple transformou o iTunes em uma rede social musical. Tá certíssima em fazer isso. Rede social é o que faz a web pulsar.

O iTunes 10 é uma mistura de características de Twitter e Facebook no iTunes. Vai ser possível, por exemplo, acompanhar o que os amigos estão ouvindo e seguir teus artistas favoritos.

Apple TV

A nova Apple TV (imagem ao lado) foi mesmo o grande destaque do evento, na minha opinião. Chega em quatro semanas, por 99 dólares.

Tem um quarto do tamanho da versão anterior. Não tem essa de  sincronização com o computador ou depender de um disco rígido pra armazenamento desse conteúdo todo.

A Apple TV é um gadget para alugar filmes e seriados via web. Uma locadora virtual. Claro, não é só isso, tem outros recursos.

O aluguel de um filme em alta definição sairá por 4,99 dólares e um episódio de seriado por 99 centavos de dólar. Além disso, permitirá ver conteúdo do Netflix (serviço de aluguel de filmes via streaming).

Isso tudo está longe de ser algo revolucionário. Videogame também serve para ver filmes via streaming. Faz tempo também que existe TV com Wi-Fi.

O desafio é tornar essa atividade cada vez mais transparente para o usuário, simplificar o máximo possível essa tarefa de acessar na TV da sala conteúdo que chega via internet.

Um ponto positivo é que vai dar para usar o iPad como controle remoto. Vai ajudar na usabilidade, é claro. Exemplo do que estou falando: ontem mesmo eu estava querendo ver uns vídeos do YouTube via PlayStation 3 na TV da sala. Desisti porque é muito chato ficar usando o controle remoto ou joystick para navegar. Acabei achando mais prático ver no iPad.

Outro ponto a levar em conta: quando falo em vídeo, refiro especialmente a conteúdo em alta definição. Com a popularização das TVs full HDs, não se espera menos.

Então era isso, há duas demandas importantes, simplicidade e vídeos em HD. Caso a Apple tenha resolvido bem essa equação (não vejo a hora de brincar na nova Apple TV via iPad para tirar minhas impressões), terá belos números de vendas e downloads para futuros keynotes do Steve Jobs.

Imagens: reproduções do vídeo do evento da Apple

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Sim, tu é geek

O jornal O Pioneiro, de Caxias do Sul, publicou recentemente uma minúscula entrevista comigo. A reportagem era sobre geeks (este é o PDF, para quem quiser ler a reportagem completa).

Em vez de colar a íntegra de minhas respostas aqui no blog, gostaria de propor uma discussão sobre o assunto. Minha opinião é de que, hoje em dia, todo mundo é um pouco geek.

Então, para começar, o que é mesmo um geek? No meu entendimento, esse é um jeito mais cool de chamar um aficcionado por tecnologia, sem mais aquele estereótipo ridículo de que nerd é aquele cara de espinhas, óculos fundo de garrafa, obcecado por computadores e que não tem vida social).

Os geeks costumam ser os early-adopters de novas tecnologias, os que se jogam na frente, os primeiros a ter os últimos lançamentos, os alfa e beta testers do que pinta na internet.

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A repórter do Pioneiro me perguntou se ser geek era tendência ou estilo de vida. São as duas coisas, na minha opinião. Talvez um estilo de vida que esteja virando tendência.

Com a popularização da tecnologia, não há muito como escapar: todo mundo está virando um pouco geek. Ou seja, ter interesse por tecnologia está virando mainstream.

Tinha uma época em que mexer no computador era coisa de nerd mesmo. Hoje, é necessidade profissional. No caso dos Estados Unidos, uma pesquisa da Pew Internet and American Life de 2008 (vejam só, dois anos atrás, o que é uma eternidade se formos pensar no ritmo louco de adoção de tecnologias) já apontava que 62% das pessoas que trabalham no Tio Sam navegam na web ou usam o e-mail. Levando em conta quem usa web ou celular, o percentual chega a 96%. Mais sobre o estudo aqui, em inglês.

Chega ser óbvio que, gostando ou não, não há muito como fugir da adoção da tecnologia. Para quem é mais jovem, isso é tão natural, tão intrínseco. Por outro lado, também há muita gente que ainda olha a internet com cara feia, torce nariz para novos gadgets, mas essa é uma barreira que não cai de um dia para o outro.

Na minha opinião, a busca por tecnologia também pode ser encarada como um estilo de vida. De certo modo, querer estar ultraconectado é um estilo de vida. Quando penso em minha obsessão por novidades tecnológicas, penso nelas como meios de facilitar minha vida. Ok, também penso como diversão.

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Há um estudo do BCS-Chartered Institute IT, da Inglaterra, com 35 mil pessoas de vários países sobre o impacto da tecnologia em suas vidas (disponível aqui, em inglês). De acordo com a pesquisa, a tecnologia aumenta o senso de liberdade e controle das pessoas, o que impacta na sensação de satisfação e bem-estar. Logo, a tecnologia nos deixa mais felizes.

Eu concordo. Para terem uma ideia, fico tri feliz com pequenas besteiras como mandar imprimir alguma coisa via iPad, da cozinha, e depois só passar na impressora para pegar. Tá, e o que dizer da tecnologia que não funciona como gostaríamos? No meu caso, também surto por muito pouco (para mim, o iTunes é motivo certo de estresse, quiçá ódio). Confiar demais na tecnologia nos deixa vulneráveis. É uma escolha.

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Para terminar, como dica de leitura, recomendo uma discussão que está rolando (em inglês) no blog Geek Dad, da Wired: você nasceu geek ou tornou-se um?

Minha opinião, agora resumida: ser geek está deixando de ser um traço da personalidade para virar um way-of-life.

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Adeus, Texas (e piscina com Wi-Fi)

Pois é, terei que mudar o que está escrito no topo deste blog, dizer adeus ao Tio Sam.

É que me mudei para o Canadá. Escrevo agora de Winnipeg, uma cidade onde, segundo a Wikipédia, a temperatura ultrapassa os -30C em 45 dias do ano, em média.

Ainda estou me organizando aqui. Feliz por ter deixado o Texas para trás. Por mais que tenha sido uma baita experiência morar seis meses lá, criei uma certa implicância com o lugar. O americano médio, ainda mais em um estado tão conservador como o Texas, não é sujeito lá muito culto.

Quando penso nisso, sempre lembro de um negócio que li no livro Terras Baixas, do Joseph O’Neill, que é, na minha opinião, de leitura obrigatória para quem é imigrante nos Estados Unidos. Lá pelas tantas, uma personagem se refere aos americanos como incapazes de apontar a Inglaterra no mapa. Não dá para generalizar, mas chega ser inacreditável o quanto isso pode ser verdade.

Minhas impressões do Canadá são tão diferentes. Sensação de civilização, enfim.

Aqui em Winnipeg continuarei tendo acesso a coisas que demoravam para chegar no Brasil, com preços próximos dos Estados Unidos. Não é tão ruim assim para um geek, mas não é o paraíso do consumo. Para quem curte tecnologia, os Estados Unidos, sem dúvida, é um dos melhores lugares do mundo para se viver.

Para minha felicidade, tem uma Apple Store na cidade. No meu segundo dia na cidade, fui lá namorar os novos Macs Pro. Eu não curto desktops, mas dá uma vontade danada de ter um só por causa do Magic TrackPad.

Outra boa notícia é que minha internet é mais rápida aqui do que nos States. Só fiquei triste que ainda não tem Netflix, serviço que permite ver filmes via streaming via videogame. A previsão é de que  seja lançado aqui no outono (primavera no Brasil).

Minha conclusão é que, do Texas, só sentirei saudades mesmo desse lugar aí da foto, a piscina Wi-Fi do condomínio onde eu morava.

Eu achava o máximo ter uma piscina com Wi-Fi. Não que eu tenha sido assídua usuária de internet na piscina. Pelo contrário. Eu não era louca de abrir mão do refúgio do ar-condicionado, ainda mais considerando que o verão no Texas é sufocante (o que me faz pensar que Forno Alegre é frescura de gaúcho que não sabe o que é calor de verdade).

Aviso:

Não é para ser o fim dos posts sobre os Estados Unidos aqui no blog, já que não contei tudo que eu queria do que vi lá (não falei do Museu da Nasa, Museu da Computação em Mountain View, como é morar numa cidade que costuma ser evacuada por furacões etc). Além disso, moro a duas horas de carro da fronteira com os Estados Unidos. Vai virar meu Paraguai.

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Minha seleção de comerciais bons e ruins de tecnologia na TV americana

Faz tempo que tento não implicar mais com os comerciais que passam na TV americana. São muito ruins, principalmente os regionais daqui do Texas, que beiram à total tosquice. Fico estressada vendo.

Grandes empresas costumam ter comerciais melhores, mas isso está longe de ser uma regra.

Selecionei (obrigada, YouTube) alguns mais relacionados com tecnologia para postar aqui no blog. Começo com um dos meus preferidos: TV 3D da Sony. Aí está (não precisa nem entender inglês):

Outro que curto bastantão é da Best Buy: “Compre um laptop, ganhe um geek”. Faz menção ao serviço Geed Squad, de suporte no uso e conserto de eletrônicos, tipo um “personal nerd”. Quem compra um laptop novo, ganha suporte gratuito por seis meses – online, por telefone ou na loja.

Tenho visto muita propaganda de Android na TV.

Tenho pavor dos comerciais do Droid, da Motorola, porque acho muito irritante a voz robótica que diz Droid.

No entanto, tem um comercial de Android (com foco no recurso de comando de voz) que gosto bastante, só não lembro exatamente de quem é (infelizmente, não achei no YouTube com as palavras-chaves que tentei).

Ainda sobre telefones, também acho simpática essa propaganda do HTC EVO, primeiro aparelho 4G.

Não curto os comerciais da campanha “Windows 7 was my idea”, da Microsoft. O que atualmente tem passado na TV é o pior de todos: um nerd fica sentado no corredor com o computador no colo porque o colega de quarto está ocupado, mas ele não vê problema em ficar ali a noite inteira se necessário, afinal, ele está com o seu Windows 7. A propaganda faz menção ao recurso que permite ver conteúdo televisivo no computador. Deprimente. Nem o Sheldon faria isso.

Procurei esse vídeo, mas não achei. A Microsoft tem vários comerciais do Windows 7 no seu site, mas esse ainda não está lá (imagino que por ser mais recente).

E os comerciais da Apple? Geralmente gosto, mas os do iPhone 4 são terríveis. Talvez eu tenha essa opinião por achar videochamada algo tão 2008. Podem dizer que me falta sensibilidade, mas a verdade é que achei este comercial aí muito chato:

Também me chamou a atenção a quantidade de propaganda de sites, o que acho isso ótimo.

Por exemplo, há bastante comercial do Match.com, site de relacionamentos, e também de serviços online úteis para viagens, como o Hotwire.com e o Hotels.com (abaixo).

Aproveito este post para comentar um pouquinho outros comerciais HORROROSOS.

Este mostrado abaixo foi veiculado durante a Copa do Mundo. O sotaque é brasileiro, mas o cara tá vestindo as cores de Portugal.

Na minha opinião, nada supera em ruindade os comerciais do desodorante OldSpice. Se forem assistir, é por conta e risco de vocês:

Bem, esses foram só alguns que lembrei agora (tenho certeza que deixei de fora muito comercial que curto e que odeio).

Deixando claro: não sou publicitária e esta é só a minha opinião como telespectadora. Muitos de vocês podem – e devem – pensar diferente sobre esses comerciais. Fico aguardando os pitacos!

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Wi-Fi pelo mundo: nos EUA, até no interiorzão

Mariposa é uma cidadezinha no meio do nada que sobreviveu à corrida do ouro nos anos 1800. Podem pensar no Velho Oeste americano, é lá mesmo. Mariposa tem 1,7 mil habitantes e fica na encosta da Sierra Nevada, na Califórnia.

Para terem uma ideia, meu celular da AT&T sequer funcionava por aquelas bandas. No telefone do Rafa, da Verizon, o 3G não pegava. Mas, vejam só, tinha lanchonete com free Wi-Fi.

Alguém ainda duvida que oferecer internet grátis é uma forma de atrair clientes? Pô, eu fui jantar lá só por causa disso.

Fotos: Vanessa Nunes/guriageek.com

O nome da lanchonete é Happy Burger. Como slogan, diz ter o maior cardápio da Sierra Nevada. Há mesmo uma variedade de opções, incluindo (baita surpresa!) o melhor hambúrguer que já comi (sorry, não tirei uma foto porque, quando o prato chegou, eu não tinha ideia de que seria tão bom assim).

A lanchonete fica na Califórnia-140, estrada que vai dar lá no Yosemite National Park, um dos parques mais famosos dos Estados Unidos.

É daqueles lugares de uma lindura estonteante.

Um dos destaques do parque são suas muitas cachoeiras (fica lá a queda d’água mais alta da América do Norte, essa da foto abaixo).

Também dá para ver no Yosemite sequoias gigantes (um exemplo? espia esta foto no meu Flickr).

Vale muito a pena visitar esse parque. De carro, dá umas três horas e pouco desde San Francisco. Para mais informações, o site é www.nps.gov/yose/.

Foto: Rafael Azambuja

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Afinal, quem tem o Flickr mais legal: Obama ou a Rainha?

Dei uma navegada pelo álbum de fotos da Família Real Britânica no Flickr, que entrou no ar nesta segunda-feira. Bem interessante. São mais de 600 imagens, incluindo fotos da Rainha Victoria e do Príncipe Albert no século 19.

Lembrando, há outros governos com álbuns no Flickr, e eu gosto, em especial, do álbum da Casa Branca. Há mais de 2,5 mil imagens, mas, na minha opinião, nenhuma supera esta foto do presidente Obama com óculos 3D:

Já a resposta para a pergunta do título eu deixo para vocês.

Os endereços são estes:

Flickr da Casa Branca: www.flickr.com/photos/whitehouse/

Flickr da Coroa Britânica: www.flickr.com/photos/britishmonarchy/

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Como eu nunca me esqueço da província, a prefeitura de Porto Alegre também tem um lindo álbum de fotos da cidade no Flickr. Vale a pena espiar em www.flickr.com/photos/prefeituraportoalegre/.

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Ainda sonho com o Fisl no Cais do Porto

O Fórum Internacional Software Livre (Fisl) deste ano era para ser no Cais do Porto, em Porto Alegre. A realização de um dos principais eventos de tecnologia do país à beira do Guaíba é daqueles sonhos adiados.

O lugar, lá pelas tantas constataram, não tinha a infraestrutura necessária para abrigar o evento sem que demandasse um investimento muito grande. Era mais em conta realizar o Fisl na PUCRS, mais uma vez.

E não adianta, quando se está longe de casa, sempre fica comparando tudo ao redor com a velha casa da gente, vendo no que somos melhores, ou se questionando por que não conseguimos ter nada parecido em certas áreas.

Não nasci em Porto Alegre, mas foi onde passei a maior parte de minha vida adulta. Fui adotada pela Cidade Baixa, como certa vez escrevi. Também não importa se eu passar o resto de minha vida morando longe, Porto Alegre sempre será minha casa, minha província preferida, minha primeira referência.

Por isso, tô sempre comparando os lugares onde passo com a província. Nem sempre a comparação é desleal para a capital gaúcha. Dá um orgulho danado saber que tem Wi-Fi em parques da cidade, iniciativa da qual sou fã, por mais que não seja muito seguro abrir o MacBook lá na Redenção.

Por outro lado, dá uma revolta pensar no Cais do Porto. Ok, tem o tal projeto de revitalização que talvez um dia vire mesmo realidade. Que lenga-lenga sem fim este.

Interesses políticos e entraves burocráticos, isso tudo é além da minha compreensão. Ainda mais quando vejo um porto como o de San Francisco. É de uma lindura só e, principalmente, integrado à cidade, com bares, restaurantes, lojas para turistas, aquário e mais um monte de coisa. Fica de inspiração.

Foto: Rafael Azambuja

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Os líderes no uso de web móvel nos EUA

Os Estados Unidos estão em pleno processo de colonização pelos mexicanos. Impressionante.

Imigração, aliás, é um dos assuntos nacionais mais quentes por causa do Arizona (o Estado do Gran Canyon), que tem uma polêmica (e republicana) lei contra imigrantes. Qualquer um pode ser parado e questionado sobre seu status legal no país, prato cheio para a discriminação racial. Mais preocupante ainda é que outros Estados (o Texas entre eles) apoiam a tal legislação.

Tá, o assunto imigração é longo, e o post não é para ser sobre isso.

Na verdade, quero falar é de uma pesquisa divulgada pela Pew Internet & American Project sobre o uso de internet móvel nos Estados Unidos (ou seja, acesso no laptop via Wi-Fi ou rede de celular ou acesso à internet do próprio telefone): 59% dos americanos adultos fazem isso, aumento de 51% em um ano.

O que me chamou a atenção no estudo é que os afro-americanos e latinos (levando em conta só os que falam inglês) são os usuários mais ativos de internet móvel (84%). O uso do celular (e de seus recursos) também é maior entre eles. É só espiar a tabela abaixo. A pesquisa foi feita entre o final de abril e maio, e a íntegra está aqui.

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Turismo geek no Vale do Silício: a garagem onde tudo começou

Prometi desencavar fotos que estão se acumulando no meu computador.

Então, para começar, minha visita ao lugar onde o Vale do Silício nasceu.

Foto: Rafael Azambuja

No final de maio, fiz uma viagem para a Califórnia, com destaque para um certo TURISMO GEEK no Vale do Silício.

De Vale do Silício é chamada aquela região entre San Francisco em San José onde estão sedes de hoje gigantes da tecnologia. Lá foram fundadas Apple, Google, Yahoo! e tantas outras.

São cidades coladas umas nas outras: tu estás em Mountain View e, de repente, já estás em Cupertino e nem te deste conta.

Para terem uma ideia, citando só algumas das empresas que ajudam a dar fama para aquela região, a Apple fica em Cupertino, e o Google, em Mountain View. Em Sunnyview, o Yahoo!. San José é sede da Cisco e do eBay. Intel e Sun Microsystems ficam em Santa Clara. Em Reedwood, melhor cidade do Vale do Silício para perder protótipos de gadgets, está a Eletronic Arts (EA). Mais ao norte, em San Francisco, pertinho do (decepcionante) Museu de Arte Moderna, fica o QG do Twitter.

O lugar considerando marco disso, o “birthplace” do Vale do Silício, é a garagem da foto acima, que fica no número 367 da Addison Avenue, uma simpática e arborizada rua residencial em Palo Alto, pertinho do campus da Universidade de Stanford.

View Larger Map

Foi nesse endereço que Bill Hewlett e Dave Packard começaram a fazer o seu negócio – a HP – acontecer a partir de 1938. Em 1940, a HP foi para uma sede maior, mas, em 2000, readquiriu a propriedade onde tudo começou e depois a reformou.

O local hoje está até listado no Registro Nacional de Lugares Históricos.

Na placa em frente à propriedade diz que ali é o “nascimento do Vale do Silício” e explica que ideia para tal região originou-se com Frederick Terman, um professor da Universidade de Stanford que encorajava seus alunos a começarem suas próprias companhias de eletrônicos naquela região em vez de irem para estabelecidas empresas no Leste. Os dois primeiros estudantes a seguir seu conselho foram Hewlett e Packard.

A HP mantém uma página (em inglês) dedicada à garagem, com fotos, vídeo, bastante informações históricas sobre o local. Bem interessante.

Infelizmente, a garagem HP não é aberta à visitação pública, mas é ponto de peregrinação geek, sem dúvida.

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A garagem HP é um dos lugares indicados no livro The Geek Atlas: 128 Places Where Science and Technology Come Alive. Tenho esse livro no meu iPad. É uma boa referência de lugares que geeks adorariam conhecer.

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O que tenho visto sobre a Facebookmania

Então tá, 21 de julho de 2010, o dia em que o Facebook bateu o número de 500 milhões de usuários. Um bom dia para comentar o que tenho visto aqui no Tio Sam referente à Facebookmania.

Para começar, me parece algo tão diferente da realidade brasileira, principalmente se formos pensar em lan houses, que são os lugares onde a internet realmente acontece no Brasil, não no umbiguismo-blogueiro-tuiteiro-geek-classe-média (aquele pessoal que agora torce o nariz para o Orkut).

O que quero dizer, na verdade, é que a relação do americano com o Facebook é diferente da relação do brasileiro com a sua rede social mais popular, o Orkut. A explicação, no meu palpite, está no próprio carácter mais informacional que o Facebook alcança se comparado com o Orkut.

O Facebook não é só o lugar em que tu vê as fotos dos amigos, no que é uma das atividades mais essenciais dos mais ávidos orkuteiros. Claro, também se vê. Tenho uma amiga síria, ela usa lenço na cabeça e tudo (aliás, fico fascinada ouvindo as histórias da cultura dela, aposto que da mesma forma como que ela deve ficar espantada com o comprimento dos meus vestidos – e olha que eles são bem decentes para os padrões brasileiros). Bem, há tantas restrições culturais/religiosas que me surpreendeu que ela tivesse um perfil no Facebook repleto de fotos da família. Me encanta a forma com ela tem sido seduzida, aos poucos, pela cultura digital.

Aliás, desde que vim para os Estados Unidos, e à medida que vão crescendo meus contatos não-brasileiros no Facebook, uma pergunta virou corriqueira: por que eu não posto fotos em álbuns no Facebook? Sempre digo que prefiro o Flickr para isso, mas que tenho fotos no Orkut. Ahn? Orkut?

Aí é aquela velha história, lá vou eu explicar que no Brasil o Facebook não é a rede social mais popular. Que tem o tal de Orkut.

Eu me divirto com o espanto deles. Como se escreve Orkut, me perguntam. Parece algo tão inacreditável para eles que o brasileiro não prefira o Facebook.

Aí eu digo que o Orkut é do Google, e começa a fazer mais sentido que exista mesmo outra rede social que possa ser tão popular como o Facebook… Mas mais popular que o Facebook? Uma vez uma americana (dessas que está sempre com o iTouch numa mão e o BlackBerry na outra) me perguntou toda cética sobre essa minha história de Orkut: por que os brasileiros não preferem o Facebook?

É como se fosse impossível passar alheio ao Facebook neste país. É imensa a divulgação gratuita que recebe na TV e nos estabelecimentos comerciais. Isso mesmo, há anúncios nas vitrinas das lojas, algo do tipo “visite nossa página no Facebook”. Propaganda até em supermercados, como mostra a foto acima. No Brasil, até o dia em que deixei o país, nunca vi nada tão ostensivo em relação ao Orkut.

Até em comerciais na TV: variados tipos de estabelecimentos/marcas fazem menção a suas páginas no Facebook. Falando em TV, acho muito bacana o uso do Facebook pelo programa de notícias locais das 21h na Fox. A apresentadora lê mensagens deixadas por internautas na rede social e convida os telespectadores a participarem via Facebook. Bem, não tenho visto TV brasileira desde janeiro, então não sei como andam as coisas por aí.

Quem mais ganha com tudo isso, claro, é o Facebook. Que bela divulgação, hein? Não é à toa que os números de usuários só crescem. Se eu não soubesse o que é o Facebook, ficaria curiosa para entrar nesse serviço de que vejo anúncios em tudo que é lugar.

Segundo as estatísticas do Facebook, 30% dos usuários do site são dos Estados Unidos, mas duvido que em outros países a divulgação gratuita seja tão intensa assim. De qualquer forma, resgato uma foto que fiz em Londres três anos atrás. Naquela época, o Facebook recém tinha batido o MySpace como rede social mais popular e já se via propaganda do tipo em outdoors. (Ah, como queria voltar a Londres para ver como andam as coisas por lá agora.)

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E ainda tem o tal filme (trailer na sequência) sobre o Facebook (500millionfriends.com). Com estreia aqui no Tio Sam prevista para outubro, o que vem pela frente é mais divulgação gratuita para o site.

Um bilhão é questão de tempo. Resta saber quão pouco tempo, né?

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Este Fisl em que não vou…

Ok, vou quebrar o silêncio, mas pouparei vocês daquele blá-blá tentando se desculpar pela injustificável ausência de posts aqui ou no Twitter.

De qualquer forma, acho que o que tenho a dizer nem cabe em 140 caracteres.

Bem, tá sofrido estar longe da província por esses dias. Coraçãozinho apertado. É que amanhã (quarta-feira) começa a 11a edição do Fisl, o Fórum Internacional Software Livre (fisl.softwarelivre.org).

A semana do Fisl costumava ser a que eu mais trabalhava, mas também eram os meus dias mais felizes em Porto Alegre. Um grande evento de tecnologia no meu quintal. Curtia tanto.

Para mim, resta agora tentar acompanhar alguma coisa pela TV Software Livre (tv.softwarelivre.org/). Quem aí for, aproveite MUITO o Fisl por mim. :-)

PS: Não perdi as esperanças de, quem sabe um dia, desencavar os posts que estão se acumulando pela metade nos Rascunhos. Por enquanto, é um avanço que este não tenha ficado por lá mesmo.

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Wi-Fi pelo mundo: na Times Square, tem

Não resisto à tentação de ficar procurando redes abertas de internet sem fio pelos lugares em que passo.

Sou desses “caçadores de Wi-Fi”, como – aposto – muitos de vocês também.

É mais por curiosidade de saber se tem, não por realmente estar precisando de uma conexão no momento.

Também não é sempre que há um aviso estampado no lugar, como na foto abaixo, que fiz em janeiro na Times Square, em Nova York.

Nesse caso, trata-se de uma parceria do Yahoo! com a Times Square Alliance para oferecer internet sem fio gratuita no local durante um ano. Começou em novembro passado.

Foto: Vanessa Nunes/guriageek.com

Sempre que possível, postarei aqui no blog imagens de pontos com free Wi-Fi.

Quem aí também costuma fazer esse tipo de foto?

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Falando em Times Square, que ontem foi evacuada novamente por questões de segurança, o New York Times publicou um security tour pela região. Interessante conferir (aqui, em inglês).

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Pô, nem no Mario Kart?

A cidade em que moro conta com um transporte público ineficiente, no que parece ser um padrão americano (claro, há boas exceções, como Nova York).

Em Beaumont, há cinco linhas de ônibus com horários esparsos. Táxi, vi uma vez só. Também não se vê pessoas caminhando pelas ruas.

É uma cidade feita para os carros, não para as pessoas. Na minha rua, nem há acostamento ou calçada para pedestres. O Texas, afinal, faz jus a uma economia movida a petróleo.

Carros são muito baratos nos Estados Unidos. E o que mais se vê são carros grandes, caminhonetes, o que parece ser uma preferência nacional.

A infra-estrutura viária em uma cidade como Houston, quarta maior do país, impressiona, com largas freeways cruzando o centro da cidade. Considerando a qualidade das estradas e o baixo custo do combustível, é muito bom viajar de carro nos Estados Unidos. Quem dera se as condições fossem parecidas para ir de carro de Porto Alegre a Punta del Este ou Floripa.

Também há uma imensidão de vagas para estacionar nos estabelecimentos comerciais, sempre de graça. E que alívio viver em um país onde não há extorsão de flanelinhas.

Diante disso, deve ser uma ofensa ao “american way of life” uma criatura não saber dirigir aos 27 anos. Motivo de espanto, pelo menos.

Dirigir não é uma opção. Aqui, ou você dirige, ou você dá um jeito de aprender logo a dirigir. Por isso, cá estou, toda contrariada, tendo que me adaptar às regras do jogo.

Imagem: Nintendo, divulgação

Talvez porque haja toda essa cultura do carro, é muito fácil e barato tirar uma carteira de motorista americana, mesmo para um estrangeiro. No Texas, custa apenas 25 dólares. Nem é preciso fazer auto-escola ou psicotécnico.

Primeiro, tem uma prova teórica. São 30 questões objetivas ridículas de fáceis. Tem que acertar 21, e até há opção de fazer a prova em espanhol. Passando, tu ganhas uma licença temporária de aprendiz, que te permite dirigir na companhia de alguém que já tenha a carteira.

Tenho uma permissão dessas, e o Rafa tem me ensinado. Por enquanto, só tenho me aventurado no condomínio onde moro ou no estacionamento do Parkdale Mall. Ainda está longe de eu encarar uma high-way.

Como os carros são automáticos, tenho ouvido que é muito mais fácil que no Brasil, onde ainda teria que me preocupar com marchas e embreagem. Também é preciso levar em conta que, comparando com o que eu via nas ruas de Porto Alegre, o americano é extremamente educado no trânsito.

Mesmo assim, ainda reluto com a ideia. Quem já me viu jogando Mario Kart no Wii, Gran Turismo no PlayStation3 ou Need for Speed no iPhone, sabe o quão trágico pode ser.

Como sempre, encontro um consolo no Sheldon. A cena a seguir (com legendas em português) é da segunda temporada da série The Big Bang Theory e simplesmente MEMORÁVEL.

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O americano e o celular

No que depender desta pesquisa da comScore, referente ao primeiro trimestre deste ano, o americano tem celular da Samsung (21,9%), a Verizon como operadora (31,1%) e usa o aparelho para:

Mensagem de texto - 63,7% (até enquanto patina em Manhattan, segundo esta foto que catei no Flickr)

Browser de internet – 30,1%

Baixar apps – 28,6%

Jogos – 21,8%

Acessar redes sociais ou blogs – 18,7%

Ouvir música – 13,2%

Foto: Flickr de Dale Baster

Minha surpresa foi o uso de torpedo não ser na faixa dos 80%, mas tem que levar em conta que a pesquisa foi feita com pessoas acima de 16 anos. O americano, em geral, ama “texting”, mas nada comparado à compulsão dos mais jovens. Diz a Pew Internet & American Life Project que metade dos teenagers americanos envia mais de 50 mensagens de texto por dia. Sim, eu escrevi 50.

De acordo com o estudo da comScore, o uso do celular para acessar sites de redes sociais foi o que mais cresceu (em pontos percentuais) de um trimestre para o outro. Em seguida, baixar aplicativos e usar o browser de internet.

Bem, nenhuma novidade que as pessoas estão usando cada vez mais a web nos celulares. E também que são nos telefones que as redes sociais mais tendem a crescer. O mercado mobile é vital, ninguém mais duvida disso.

Para terem uma ideia, eu mesma prefiro acessar o Facebook pela app para iPhone (ao lado) do que pelo browser no laptop.

Aliás, o Facebook diz ter mais de 100 milhões de usuários ativos via dispositivos móveis. Um dado interessante: eles são duas vezes mais ativos na rede social do que os usuários não-móveis.

Outro desdobramento: carregando as redes sociais, o e-mail e o Messenger no bolso, as pessoas vão mandar menos torpedo? Sou da opinião que sim, como já escrevi por aí.

É bizarro falar em morte do SMS quando tudo parece apontar o contrário. O adolescente americano chega ao absurdo de dormir com o celular embaixo do travesseiro para enviar SMS à noite, diz a Pew Internet & American Life Project.

Agora, imaginem só quando todos eles tiverem munidos de smartphones.

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Do hub USB em formato de hambúrguer ao Donut Burger. Bem-vindos ao país da junk food

Quando vi esse hub USB no Geek Alerts (aliás, um dos blogs que mais curto visitar), logo pensei: nada podia ser mais a cara dos americanos.

Este é o país da junk food, que serve pizza de almoço para as crianças nas escolas.

Não paro de me espantar com esse “american way of life”.

Como eles conseguem comer sausage e bacon no café da manhã?

Na fila do caixa de supermercado, fico prestando a atenção no carrinho dos obesos mórbidos (e há aos montes por essas bandas). O vidrão de manteiga de amendoim nunca falta. Parece que, quanto mais gorda a pessoa, maior o vidro.

Sei lá, é como se pairasse uma mentalidade obesa suicida.

Em abril, visitei a South Texas State Fair, uma feira de coisas típicas que rola anualmente aqui em Beaumont.

Impressionante como eles curtem fritura. Tinha de ravióli a chocolate frito.

A grande atração, no entanto, era o Donut Burger, juntando duas paixões do americano – uma doce, outra salgada. Eu e o Rafa não tivemos coragem de experimentar nenhuma dessas iguarias.

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Há toda uma discussão nacional sobre alimentos mais saudáveis. Essa é uma das bandeiras da primeira-dama Michelle Obama, que lançou o letsmove.gov.

Um dos meus programas preferidos na TV americana era o Food Revolution, um reality show com o chef britânico Jamie Oliver. Para ter uma ideia dos absurdos mostrados, batata FRITA entrava na cota de vegetais do cardápio escolar.

Pena que o Food Revolution tinha só seis episódios. Procurem aí nos “cantos obscuros” da internet, deve ter para baixar. :p

No site do programa, tá rolando uma petição online para que os cardápios escolares sejam mais saudáveis.

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Agora, sobre o tal Chicken Burger USB Hub, que motivou esse post. Ele conta com quatro portas USB e sai por 19 dólares lá no USB.Brando.com, loja online só de coisas USB.

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